<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários para : Sentidos Urbanos :</title>
	<atom:link href="http://sentidosurbanos.wordpress.com/comments/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com</link>
	<description>Uma investigação por Nuno Rodrigues Cramês</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Oct 2008 16:11:01 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Comentário em Filme de domingo por Veronica Electronica</title>
		<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2007/09/16/filme-de-domingo/#comment-205</link>
		<dc:creator>Veronica Electronica</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 16:11:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sentidosurbanos.wordpress.com/2007/09/16/filme-de-domingo/#comment-205</guid>
		<description>Adoro :)
Vi na aula magna, e fiquei presa à arte dele e da banda.
Ouço muito.
mil beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adoro <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Vi na aula magna, e fiquei presa à arte dele e da banda.<br />
Ouço muito.<br />
mil beijos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em escrito numa viagem de comboio: por Alexandre Afonso</title>
		<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2007/05/20/numa-viagem-de-comboio-escrevi-estas-palavras/#comment-204</link>
		<dc:creator>Alexandre Afonso</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 16:48:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sentidosurbanos.wordpress.com/2007/05/20/numa-viagem-de-comboio-escrevi-estas-palavras/#comment-204</guid>
		<description>Boas Nuno, quero fazer um pequeno comentário acerca do primeiro parágrafo, quando dizes que &quot;Sendo a primeira das artes (abrigo) permanece num estatuto especial.&quot;, concordo, mas faria uma pequena observação...eu diria antes que talvez... a primeira das artes fosse o Design, na medida que o Homem teve de desenvolver as suas primeiras ferramentas, a partir da transformação da matéria disponível, enquanto que no que se refere ao dito abrigo, penso que existiu mais um aproveitamento das reentrâncias existentes no terreno, não exigindo intrevenção para adaptar o espaço ao Homem. Mas quero com isto dizer que vejo mais a &quot;cena&quot; como o Homo Abilis antes do Homo Arquitectus, no aspecto de existir uma intervenção do Homem para transformar primeiro o objecto seguido da &quot;habitação&quot;. fica bem abraço e continuação de um óptimo trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boas Nuno, quero fazer um pequeno comentário acerca do primeiro parágrafo, quando dizes que &#8220;Sendo a primeira das artes (abrigo) permanece num estatuto especial.&#8221;, concordo, mas faria uma pequena observação&#8230;eu diria antes que talvez&#8230; a primeira das artes fosse o Design, na medida que o Homem teve de desenvolver as suas primeiras ferramentas, a partir da transformação da matéria disponível, enquanto que no que se refere ao dito abrigo, penso que existiu mais um aproveitamento das reentrâncias existentes no terreno, não exigindo intrevenção para adaptar o espaço ao Homem. Mas quero com isto dizer que vejo mais a &#8220;cena&#8221; como o Homo Abilis antes do Homo Arquitectus, no aspecto de existir uma intervenção do Homem para transformar primeiro o objecto seguido da &#8220;habitação&#8221;. fica bem abraço e continuação de um óptimo trabalho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Homem versus Natureza (?) por K</title>
		<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/04/02/homem-versus-natureza/#comment-203</link>
		<dc:creator>K</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 09:11:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/04/02/homem-versus-natureza/#comment-203</guid>
		<description>Ola lindo! Estava a ler o teu post e a primeira coisa em que pensei foi na relação obvia entre as filosofias de vida (sejam elas quais forem) e a expressao artistica. A natureza das coisas e harmonia em que convivem é explicada de forma muito clara no Taoismo. Os taoistas acreditam que cada objecto tem o seu TE,a sua virtude,o seu lugar,  e que so conseguimos evoluir e viver se respeitarmos o Te de cada objecto. Para apreendermos o Te de cada objecto temos que nos esquecer do que queremos fazer dele,mas deixa-lo seguir o seu curso natural e respeitar o seu ritmo. A filosofia taoista é muito vasta nesta materia... Deixo-te so com um pensamento de um filosofo chines Tao Te Ching : &quot;Domina-se o mundo deixando as coisas seguirem o seu curso.
E não interferindo&quot;
Beijo grande e boas dissertações.K</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola lindo! Estava a ler o teu post e a primeira coisa em que pensei foi na relação obvia entre as filosofias de vida (sejam elas quais forem) e a expressao artistica. A natureza das coisas e harmonia em que convivem é explicada de forma muito clara no Taoismo. Os taoistas acreditam que cada objecto tem o seu TE,a sua virtude,o seu lugar,  e que so conseguimos evoluir e viver se respeitarmos o Te de cada objecto. Para apreendermos o Te de cada objecto temos que nos esquecer do que queremos fazer dele,mas deixa-lo seguir o seu curso natural e respeitar o seu ritmo. A filosofia taoista é muito vasta nesta materia&#8230; Deixo-te so com um pensamento de um filosofo chines Tao Te Ching : &#8220;Domina-se o mundo deixando as coisas seguirem o seu curso.<br />
E não interferindo&#8221;<br />
Beijo grande e boas dissertações.K</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Homem versus Natureza (?) por frederico</title>
		<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/04/02/homem-versus-natureza/#comment-197</link>
		<dc:creator>frederico</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 15:42:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/04/02/homem-versus-natureza/#comment-197</guid>
		<description>nuno eu to na lituania por isso se quiseres algumas fotos da arquitetura de ca ou assim diz qq coisa..
fred</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nuno eu to na lituania por isso se quiseres algumas fotos da arquitetura de ca ou assim diz qq coisa..<br />
fred</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Faça-se Sentido! por carreira</title>
		<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-196</link>
		<dc:creator>carreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 21:01:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-196</guid>
		<description>Boa noite.
O seu blogue está nomeado para a atribuição do Prémio Cegueira Lusa referente ao mês de Abril.

Cumprimentos,

JOsé Carreira (www.cegueiralusa.com)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite.<br />
O seu blogue está nomeado para a atribuição do Prémio Cegueira Lusa referente ao mês de Abril.</p>
<p>Cumprimentos,</p>
<p>JOsé Carreira (www.cegueiralusa.com)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Faça-se Sentido! por Hélder Costa</title>
		<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-195</link>
		<dc:creator>Hélder Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 16:04:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-195</guid>
		<description>Olá Nuno :)

Considero o som ambiente muito importante, o som que nos rodeia é como música. Hoje em dias muitos músicos utilizam sons ambientes, nas suas músicas, esses sons são os chamados &quot;field recordings&quot;. Ajudam na &quot;visualização&quot; de imagens, quando não existem imagens, transportam o ouvinte para um determinado local, fazem-no viajar...

Os sons de um local como uma cidade podem influenciar muito na criação dos músicos. Tens exemplos do som de Seattle, do som da Islândia, de Bristol, etc. 

Acredito que cada cidade tem o seu próprio som, a sua própria música, dou-te o exemplo de alguns locais do Porto com uma sonoridade própria;  
•Mercado do Bolhão
•Rua Santa Catarina
•Ribeira
•Palácio de Cristal
•Estação de São Bento

Acho que se ouvisses sons destes locais não precisarias de imagens para identifica-los

1 abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Nuno <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Considero o som ambiente muito importante, o som que nos rodeia é como música. Hoje em dias muitos músicos utilizam sons ambientes, nas suas músicas, esses sons são os chamados &#8220;field recordings&#8221;. Ajudam na &#8220;visualização&#8221; de imagens, quando não existem imagens, transportam o ouvinte para um determinado local, fazem-no viajar&#8230;</p>
<p>Os sons de um local como uma cidade podem influenciar muito na criação dos músicos. Tens exemplos do som de Seattle, do som da Islândia, de Bristol, etc. </p>
<p>Acredito que cada cidade tem o seu próprio som, a sua própria música, dou-te o exemplo de alguns locais do Porto com uma sonoridade própria;<br />
•Mercado do Bolhão<br />
•Rua Santa Catarina<br />
•Ribeira<br />
•Palácio de Cristal<br />
•Estação de São Bento</p>
<p>Acho que se ouvisses sons destes locais não precisarias de imagens para identifica-los</p>
<p>1 abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Faça-se Sentido! por jose loureiro</title>
		<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-194</link>
		<dc:creator>jose loureiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 01:26:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-194</guid>
		<description>boas,
Eu vivo de sensações emanadas de sons e como apreciador de movimentos sociais adoro entender e associar sons urbanos cruzados com os da natureza..
Uma vez gostei de ver a forma que win wenders brinca chamando atenção aos sons e sua importância na composição artistica.
cumprimentos.

Pacientemente, Winter decide pôr o som nas imagens: encantado com a cidade, deambula pelas ruas de microfone na mão, atrás das filmagens do amigo_____Viagem a Lisboa

Realizador - Wim Wenders

Título Original - Lisbon Story

Ano de Produção - 1995</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>boas,<br />
Eu vivo de sensações emanadas de sons e como apreciador de movimentos sociais adoro entender e associar sons urbanos cruzados com os da natureza..<br />
Uma vez gostei de ver a forma que win wenders brinca chamando atenção aos sons e sua importância na composição artistica.<br />
cumprimentos.</p>
<p>Pacientemente, Winter decide pôr o som nas imagens: encantado com a cidade, deambula pelas ruas de microfone na mão, atrás das filmagens do amigo_____Viagem a Lisboa</p>
<p>Realizador &#8211; Wim Wenders</p>
<p>Título Original &#8211; Lisbon Story</p>
<p>Ano de Produção &#8211; 1995</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Faça-se Sentido! por Marco Santos</title>
		<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-193</link>
		<dc:creator>Marco Santos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 23:28:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-193</guid>
		<description>Boas. Antes de mais, parabéns pelo belo blog, já está nos meus favoritos e irei colocar o respectivo link nos meus.
No que diz respeito ao tema para a tua tese parece-me deveras interessante. Se encontrar algo de interesse quer a nível bibliográfico ou outro informar-te-ei.
Forte abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boas. Antes de mais, parabéns pelo belo blog, já está nos meus favoritos e irei colocar o respectivo link nos meus.<br />
No que diz respeito ao tema para a tua tese parece-me deveras interessante. Se encontrar algo de interesse quer a nível bibliográfico ou outro informar-te-ei.<br />
Forte abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Faça-se Sentido! por Henrique Marques</title>
		<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-192</link>
		<dc:creator>Henrique Marques</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 22:42:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-192</guid>
		<description>Caro amigo, sócio, companheiro, irmão... comento o teu post, sem teres de pagar...lol... agora a sério, é com expectativa que aguardo a tua &quot;escritura&quot; dos mil e dois devaneios tidos nas tantas noites de sonho. No que respeita a referencias, não sei se vou ser grande ajuda, mas no que respeita a apoio... acredita que darei o meu melhor... Agora voltando ao teu texto...

estou longe de acreditar que os 5 sentidos se esgotam neles mesmos, enquanto receptores de códigos (urbanos ou não). Para mim os sentidos enquanto elementos isolados, conseguem uma &quot;desfragmentação&quot; da realidade em pedaços importantes (abecedário sensorial) mas nunca a caracterização sensorial plena. Para isso julgo ser necessário um 6º sentido (este mais importante de todos) que faz a articulação das pequenas letras do abecedário sensorial e constrói as palavras que compões o nosso universo sensorial. Este sentido é talvez o mais importante do sistema sensorial, e é o que julgo estar mais desenvolvido nas pessoas que não possuem algum dos &quot;vulgares&quot; 5 sentidos. 
Quanto a mim, é ao 6º sentido (sem me referir ao vulgarmente conhecido como intuição feminina) que devemos a nossa apreensão diferenciada do espaço-tempo, pois este (o 6º) é o sentido menos &quot;matemático&quot; de todos, por exemplo uma imagem é igual (pelo menos numa dimensão meramente abstracta e formal) a todos os olhos,  ou um som é &quot;igual&quot; em todos os ouvidos, mas a grande diferença assenta na recriação intelectual (o tal 6º) de cada um destes estímulos, esta sim única capaz de na falta de qualquer um dos estímulos (de qualquer um dos 5) reconstituir o &quot;texto&quot; sensorial, e de o particularizar / individualizar...

Gostava que reflectisses sobre isto, não tendo naturalmente qualquer base teórica a fundamentar o meu pensamento. Espero do fundo do coração poder ser útil à realização do teu sonho, pois bem o mereces. um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo, sócio, companheiro, irmão&#8230; comento o teu post, sem teres de pagar&#8230;lol&#8230; agora a sério, é com expectativa que aguardo a tua &#8220;escritura&#8221; dos mil e dois devaneios tidos nas tantas noites de sonho. No que respeita a referencias, não sei se vou ser grande ajuda, mas no que respeita a apoio&#8230; acredita que darei o meu melhor&#8230; Agora voltando ao teu texto&#8230;</p>
<p>estou longe de acreditar que os 5 sentidos se esgotam neles mesmos, enquanto receptores de códigos (urbanos ou não). Para mim os sentidos enquanto elementos isolados, conseguem uma &#8220;desfragmentação&#8221; da realidade em pedaços importantes (abecedário sensorial) mas nunca a caracterização sensorial plena. Para isso julgo ser necessário um 6º sentido (este mais importante de todos) que faz a articulação das pequenas letras do abecedário sensorial e constrói as palavras que compões o nosso universo sensorial. Este sentido é talvez o mais importante do sistema sensorial, e é o que julgo estar mais desenvolvido nas pessoas que não possuem algum dos &#8220;vulgares&#8221; 5 sentidos.<br />
Quanto a mim, é ao 6º sentido (sem me referir ao vulgarmente conhecido como intuição feminina) que devemos a nossa apreensão diferenciada do espaço-tempo, pois este (o 6º) é o sentido menos &#8220;matemático&#8221; de todos, por exemplo uma imagem é igual (pelo menos numa dimensão meramente abstracta e formal) a todos os olhos,  ou um som é &#8220;igual&#8221; em todos os ouvidos, mas a grande diferença assenta na recriação intelectual (o tal 6º) de cada um destes estímulos, esta sim única capaz de na falta de qualquer um dos estímulos (de qualquer um dos 5) reconstituir o &#8220;texto&#8221; sensorial, e de o particularizar / individualizar&#8230;</p>
<p>Gostava que reflectisses sobre isto, não tendo naturalmente qualquer base teórica a fundamentar o meu pensamento. Espero do fundo do coração poder ser útil à realização do teu sonho, pois bem o mereces. um abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Faça-se Sentido! por Catarina Rocha</title>
		<link>http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-191</link>
		<dc:creator>Catarina Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 20:30:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sentidosurbanos.wordpress.com/2008/03/25/faca-se-sentido/#comment-191</guid>
		<description>O teu tema está muito próximo do meu...assim que puder envio-te a minha bibliografia relativa ao tema dos sentidos...tenho umas coisas que te podem interessar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O teu tema está muito próximo do meu&#8230;assim que puder envio-te a minha bibliografia relativa ao tema dos sentidos&#8230;tenho umas coisas que te podem interessar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
